matemática legal
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Plano de Aula
Números Racionais
Disciplina: Matemática
Turma: 9° ano do Ensino Fundamental
Quantidade de aulas: 10 horas/aula
Tema da aula: Números racionais
Conteúdos
- Representação de números racionais: Exatos e Dízimas Periódicas;
- Operações com racionais – adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação;
- Frações: equivalentes, relação entre fração e decimais, novos significados para fração;
- Porcentagem.
Antes de dar inicio propriamente ao conteúdo ministrado faria uma recuperação contínua das habilidades e competências já adquiridas no conteúdo do 7º ano:
H04 - Representar medidas não inteiras utilizando frações.(GI)
H05 - Fazer cálculos que envolvam adição e subtrações de frações. (GII)
H06 - Representar quantidades não inteiras que utilizam notação decimal. (GI)
H08 - Compreender a relação entre as representações fracionária e decimal de um número.(GI)
ESTRATÉGIAS: Levantamento prévio do conhecimento dos alunos com “tempestade de ideias”, perguntas investigantes a respeito de onde encontramos as frações e onde podemos utilizá-las. Porque os alunos tem tanto medo das frações? E exercícios envolvendo o conteúdo.
Duração: 2 aulas.
Habilidades e competências
Após a recuperação contínua daria inicio ao conteúdo propriamente dito:
Tema: Números, operações, funções (racionais / potenciação, números reais, expressões algébricas, equações, gráficos cartesianos, equações do 2º grau, funções).
Competências para observar
H01 - Reconhecer as diferentes representações de um número racional.
H02 - Identificar fração como representação que pode estar associada a diferentes significados.
H03 Reconhecer as representações decimais dos números racionais como uma extensão do sistema de numeração decimal, identificando a existência de “ordens” como décimos centésimos e milésimos.
Competências para realizar
H10 - Efetuar cálculos que envolvam operações com números racionais (adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação – expoentes inteiros e radiciação).
Competências para compreender
H15 - Resolver problemas com números racionais que envolvam as operações (adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação).
H16 - Resolver problemas que envolvam porcentagem.
Metodologia
As aulas serão desenvolvidas através de situações – problemas do cotidiano do aluno e, a partir desses relatos e problemas, serão ministrados os conteúdos, com aulas explicativas, expositivas utilizando o conhecimento já adquirido e a construção de novos conhecimentos;
Leitura de textos. Textos retirados do próprio livro didático do aluno, da internet e dos paradidáticos;
Vídeo sobre números racionais no You tube e resenha do mesmo;
Resolução de situações problemas do cotidiano em que os alunos utilizem números decimais para que os mesmos possam responder de forma oral e escrita;
Uso da linguagem mista (Caderno do aluno 5ª série 6º ano volume 2) para dar significado a representação e as operações com números decimais;
Recursos didáticos
- Textos impressos e digitais, projetor multimídia, notebook.
- Materiais manipuláveis;
- Caderno do Professor e do aluno –SEE;
- Livros didáticos e Paradidáticos, Jornais e revistas;
- Calculadoras.
Avaliação
Os alunos serão avaliados de forma contínua, quanto ao desempenho nas atividades, aos conteúdos desenvolvidos, e a aquisição das habilidades propostas, quanto à compreensão e construção dos conceitos, procedimentos e atitudes, mostrando assim as habilidades e competências que conseguiram desenvolver ao longo da aprendizagem da matemática.
Será avaliada também a participação dos alunos no processo de ensino aprendizagem, nos exercícios resolvidos em sala de aula; nos trabalhos realizados individualmente e em grupo.
Diretrizes de o quê avaliar:
-O aluno reconhece um número racional?
-O aluno reconhece as relações entre as diferentes representações dos números racionais?
-O aluno resolve problemas que envolvem os diversos significados dos números racionais?
- O aluno entende as posições dos números racionais na reta real?
Recuperação:
Retomar os conteúdos de forma diversificada com atividades desenvolvidas em grupos colaborativos.
domingo, 16 de junho de 2013
Gostei muito das duas histórias contadas pelo Profº Nilson José Machado, a primeira de Jorge Luis Borges "Do Rigor na Ciência" e a segunda "A Caçada ao Snark" de Lewis Carroll. Elas nos fazem compreender que entre se ter tudo e não ter nada em um mapa, (planos de aula), está a maior competência didática do professor, ou seja, a escolha adequada da escala que irá mapear determinado conteúdo ou assunto.
Antonio Francisco.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Humor Matematico
HUMOR MATEMÁTICO
A origem do risquinho no 7
Até os dias de hoje, muita gente, quando escreve o número 7, ainda coloca um pequeno tracinho no número.
Oficialmente, este pequeno traço não existe, como dá para constatar, digitando a tecla 7 do teclado do seu computador, calculadora ou qualquer outro aparelho que possua teclado.
Vocês sabem a origem deste costume?
Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os 10 mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando à multidão, um por um.
Quando chegou no mandamento sete, Moisés disse:
- Não desejarás a mulher do próximo!
Um breve silêncio...
E a multidão rompeu, gritando em coro:
- Risca o sete, risca o sete!
Meu início com a leitura e a escrita foi com a minha mãe, ela me ensinava as
vogais e depois as consoantes do meu nome. Assim comecei a decifrar as letras,
isso porque minha mãe só cursou até a 5ª série que na época se chama Admissão.
Ela tem uma letra muito boa e pedagógica. Aos sete anos fui para a escola mas
não pude frequentar, pois, faria aniversário em julho e as
crianças que entrariam na primeira série seriam as que completassem sete anos
até 30 de março. Foi frustrante e chorei muito, mas minha mãe com pena me
ensinava em casa. Não tínhamos revistas, jornais e muito menos livros éramos
muito pobres e quando cheguei na 1ª série já lia e escrevia com letra cursiva
que não foi difícil ler e escrever os exercícios da cartilha Hora Alegre. Quando
entrei na quinta série minha escola fez o projeto com a editora Ática
para lermos a série Vagalume. Li todos. Cada classe comprava um livro por
bimestre e trocávamos durante o ano todo. Foi muito emocionante todos
conversávamos sobre os livros, seus personagens e marcou muito esta época.
Carlos Vilário
Carlos Vilário
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Minhas primeiras experiências literárias, foram vivenciadas na infância e motivadas por minha querida mãe. Lembro-me que meus primeiros contatos com a leitura foram através da Revista Recreio, que por sinal é publicada até hoje, depois vieram os quadrinhos, mais tarde no Ensino Fundmental, as Edições Vagalume. No Ensino Médio, Machado de Assis, José de Alencar, Aluísio Azevedo e tantos outros clássicos. Bons leitores são também bons escritores. Percebo hoje, com mais clareza, o quanto a leitura é importante em nossas vidas e o quanto nós, professores, somos responsáveis em promovê-la.
Antonio Francisco
Antonio Francisco
Leitura e escrita
Minha experiência com leitura e escrita começou na minha infância com a leitura do livro "O pequeno príncipe", foi marcante . Desde então adoro ler. Em sala de aula sempre peço para que os alunos leiam em voz alta o enunciado dos exercícios para a correção, todo dia existe a leitura, os alunos já se organizam para ler, mesmo os que são considerados sem base alfabética. Descobri desta forma que a maioria tem base alfabética sim, e não participa por conveniência.
Algumas publicações de revistas matemática ajudam ainda mais nesta leitura.
Algumas publicações de revistas matemática ajudam ainda mais nesta leitura.
Assinar:
Comentários (Atom)